Um diagnóstico real da sua base antes de qualquer promessa
Volume de verdade, taxa de duplicidade, qualidade dos campos, relações entre registros e o que depende da ferramenta antiga (cobrança, SLA). O escopo e o prazo saem da medição, não de chute.
Seus dados e sua operação saem da ferramenta antiga para o HubSpot com diagnóstico, piloto, prova de que tudo chegou e plano de volta. A ferramenta antiga só desliga quando os números batem.
Você decidiu sair do sistema antigo (um GLPI, um Zendesk, um Freshdesk, uma planilha, um CRM legado), mas a operação que paga as contas roda nele. O atendimento não pode parar, a cobrança não pode parar, e o histórico de anos de relacionamento não pode sumir no caminho.
Tudo segue uma regra só: nada avança sem a sua aprovação, e nada vira irreversível sem prova.
Volume de verdade, taxa de duplicidade, qualidade dos campos, relações entre registros e o que depende da ferramenta antiga (cobrança, SLA). O escopo e o prazo saem da medição, não de chute.
Cada campo da origem mapeado para o destino, com a regra de tratamento de duplicados. Você decide o que migra, o que arquiva e o que descarta, por escrito, antes de qualquer carga.
Você sabe quando acontece a virada, como vai saber que deu certo, e qual o caminho de retorno se algo sair do previsto.
Uma amostra real da sua base migrada num ambiente de teste, que você valida: os registros estão lá, os campos estão certos, as relações entre contatos, empresas e tickets se mantiveram. Só depois da sua aprovação vem o resto.
Se algo trava no meio, retoma de onde parou. A migração nunca fica num estado que ninguém sabe explicar.
Uma reconciliação lado a lado, origem contra destino, registro por registro e objeto por objeto. Você confere, testa do seu lado e assina.
Depois que os números batem, ela ainda fica um período em modo leitura, durante um ciclo completo da sua operação. O desligamento definitivo só acontece quando você autoriza.
Deduplicação e normalização de campos fazem parte do caminho. Você recebe a documentação do que foi migrado e um guia de onde achar cada coisa no HubSpot.
Nada avança sem a aprovação anterior, e nada vira irreversível sem prova.
Fase 1 - Antes de qualquer carga
Com um acesso de leitura ou um export da ferramenta atual, a gente mede a sua base de verdade. É daqui que sai a proposta, com escopo e prazo fechados.
A gente apresenta o mapa de campos e o plano de migração numa conversa, explica cada decisão, e você aprova o que migra e quando acontece a virada.
Uma amostra representativa é migrada num ambiente de teste e você valida no portal, com as contagens batendo.
Fase 2 - Virada e estabilização
Na janela combinada, a ferramenta antiga é congelada e a carga completa roda em lotes, com você acompanhando o progresso e alguém do seu time disponível para decidir exceções.
Origem e destino lado a lado. Você roda os testes do seu lado (acha os contatos, abre os tickets, confere a cobrança) e assina.
Sua operação roda no HubSpot por um ciclo completo com a ferramenta antiga em modo leitura. Qualquer ausência é tratada na hora. Aí sim, desligamento e aceite final.
Não existe cardápio de tamanhos de prateleira. O tamanho real de uma migração só aparece quando a base é medida, e prometer prazo antes disso é exatamente o erro que causa as histórias de terror.
Se a sua empresa decidiu operar no HubSpot e não pode simplesmente desligar o sistema antigo, este é o serviço. Vale em dobro quando cobrança, fila de atendimento ou SLA dependem do dado antigo.
A EPIC é consultoria especialista em arquitetura de receita, e trata migração como operação de risco controlado, não como importação de arquivo. O método inverte a ordem do mercado: diagnóstico antes do preço, piloto antes da carga, reconciliação antes do desligamento, e plano de volta vivo até o fim. Em múltiplas implementações B2B, o padrão se repete: o que separa uma migração tranquila de uma história de terror não é sorte, é a sequência de portões de validação que impede o erro de virar irreversível. E o desligamento da ferramenta antiga é a consequência de números conferidos lado a lado e assinados por você.
Escopo fechado é o que evita surpresa no meio do projeto. Cada item abaixo tem um caminho próprio, combinado quando fizer sentido.
Começa com uma conversa para entender a sua ferramenta atual, o que depende dela e para onde você quer ir. A proposta, com escopo e prazo fechados, sai da medição da sua base.