Pipeline que reflete a realidade
Estágios com critério objetivo de avanço. O número no sistema é o mesmo que você leva pro board, sem ajuste de última hora.
O seu time comercial operando dentro de um processo medido no CRM. Pipeline real, forecast que você defende no board, operação que roda sem você empurrando.
Cada vendedor reporta o pipeline de um jeito. O forecast que você leva pro board é parte número, parte torcida. E no fim do trimestre vem a surpresa.
A mesma espinha roda todo mês: higiene, cadência, forecast e ritual de revisão. O número que está no sistema é o mesmo que você leva pro board.
Estágios com critério objetivo de avanço. O número no sistema é o mesmo que você leva pro board, sem ajuste de última hora.
Probabilidade calibrada por estágio em vez de otimismo. Painel pronto pra reunião de board. Você para de justificar um número que você mesmo não confia.
Sequências de qualificação e follow-up, biblioteca de templates de e-mail e tarefas certas em cada etapa, já no CRM. Vendedor novo produz desde a primeira semana.
Roteamento e SLA de primeiro contato definidos. Você para de perder oportunidade por lentidão e de arbitrar manualmente quem pega o quê.
A cada ciclo, a gente roda a higiene contra um checklist fixo e remove deals zumbi, datas vencidas e deals fora de critério. A confiança no número não se corrói.
Você enxerga quem está operando o processo e quem não está. Isso vira pauta de revisão, não surpresa no fechamento do trimestre.
Leitura do funil, gargalos e ajustes de processo numa cadência fixa, pra a operação evoluir junto com o time.
Primeiro a gente desenha e ativa a operação (algumas semanas). Depois ela roda em ciclo contínuo, que é o que sustenta a relação no dia a dia.
Fase 1 - Ativação (3 a 4 semanas)
Uma conversa com você e com um ou dois vendedores que vendem de fato, pra mapear como o time vende de verdade, não como deveria. Esse é o ponto que garante que o processo será adotado.
Um documento de uma página com o mapa do pipeline, os estágios com critério de entrada e saída, a regra de roteamento, o SLA de primeiro toque e a cadência. Você revisa e aprova.
A gente monta o pipeline, as tarefas por etapa, as sequências, os templates, o registro de atividade e os painéis. Treino do time numa sessão objetiva, mais um guia de uso por estágio.
Fase 2 - Ciclo recorrente (mensal ou por sprint)
Higiene do pipeline contra o checklist, manutenção de sequências e templates, relatório com o sinal de adoção por vendedor.
Forecast atualizado, painel de board pronto, e o ritual de revisão com a liderança pra ler o funil e decidir ajustes.
O escopo recorrente é fixo. O que dimensiona o serviço é a complexidade da ativação inicial e a frequência do ciclo, definidas no discovery.
Você já vende, mas vende sem processo confiável. O CRM está montado e funcionando. O que falta é transformar a operação num processo medido e previsível.
A EPIC é consultoria especialista em arquitetura de receita. A diferença está na fronteira clara: a gente entrega o processo, a instrumentação e a disciplina via sistema. Não prometemos número de venda que não controlamos. Prometemos um pipeline íntegro e um forecast que se sustenta, que é o que dá ao seu time a chance de bater a meta. Pipeline limpo e forecast calibrado são o que separa um time de vendas previsível de um time de heroísmo individual.
O escopo fechado é o que evita que o serviço vire uma fila infinita de pedidos avulsos. Cada item abaixo tem um caminho próprio.
Discovery com você e um ou dois vendedores, pra mapear como o time vende de verdade e dimensionar o serviço. Em seguida você recebe a proposta com escopo e valor fechados.